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Crianças e adolescentes ficaram ainda mais vulneráveis na pandemia

A data de hoje foi instituída pela Lei 9.970/2000, em memória da menina Araceli Crespo, raptada, violentada e assassinada aos oito anos de idade, em 18 de maio de 1973, no estado do Espírito Santo. Desde então, o dia tem o objetivo de promover ações, nos mais diversos espaços, com temáticas sobre a prevenção contra a violência sexual.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), por conta do fechamento das escolas e outros espaços de convivência fora de casa, as crianças ficaram ainda mais vulneráveis durante a pandemia do novo coronavírus. Dados do Disque 100 – serviço telefônico de recebimento, encaminhamento e monitoramento de denúncias de violação de direitos humanos – apontam que, no ano de 2020, foram registradas mais de 95 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes no Brasil. Deste total, 14 mil correspondem a abuso, exploração e estupro.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) lançou no ano passado, o documento “Referências Técnicas para atuação de psicólogas/os na Rede de Proteção às Crianças e Adolescentes em situação de violência sexual”, produzido pelo Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP). A publicação é uma revisão da antiga publicação “Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação do psicólogo”. Para acessá-la clique aqui

 

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