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Por meio de nota, CFP se posiciona sobre extinção da Psicologia na política de atenção às pessoas privadas de liberdade

Preocupado com as mudanças apresentadas pelo Ministério da Saúde para a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), o Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou, no último dia 18/11, Nota de Posicionamento.

A Nota traz o posicionamento do CFP em relação à retirada de todos os componentes da área de saúde mental (com destaque para os profissionais da psicologia, assistência social, farmácia, fisioterapia, terapia ocupacional, nutricionista, psiquiatria e médico com experiência em saúde mental) das Equipes de Atenção Básica (EABPs) da PNAISP. Além disso, a nota apresenta um posicionamento contrário a redução do número de profissionais que compõem as EABPs, que passariam de um total de 11 para 6 pessoas.

Para acessar a íntegra do posicionamento, clique aqui.

 

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