/home/crp03/public_html/wp-content/themes/crp-03-2023/single.php

Arquivo de um sequestro jurídico-psiquiátrico: o caso Juvenal

Publicado em 10 novembro de 2021 às 19:01

Arquivo de um sequestro jurídico-psiquiátrico: o caso Juvenal

Autora

Fiocruz

Publicação

2018

Páginas

124

Disponibilidade

Disponível na Biblioteca CRP-03

Forma de Aquisição

Doação

Instituição

Editora Fiocruz

Resumo:

Na manhã de 29.05.1968 no Sítio Morada Nova, o acusado desfechou, utilizando uma roçadeira, violentos ferimentos na pessoa de seu próprio irmão”, narrava a denúncia do Ministério Público. O acusado era Juvenal Raimundo de Araújo, talvez Juvenal Raimundo da Silva. Não se sabia ao certo nem o nome dele porque recusava-se a falar, não apresentava documentos civis e era louco. Por ter cometido um ato violento, foi confinado em um manicômio psiquiátrico, sob a justificativa de tratamento, e nunca mais voltou à liberdade. Permaneceu na clausura por 46 anos. Essa não é uma história de ficção. É uma história de injustiça analisada neste livro, que inaugura a coleção Bioética e Saúde. Juvenal foi o homem que mais tempo ficou confinado em um manicômio judiciário no Brasil, abandonado à espera de uma decisão oficial sobre sua experiência, banido do convívio social e do reconhecimento de direitos. Se a Justiça considera 30 anos como pena máxima para prisão, o que aconteceu ali durante todo esse tempo? A autora buscou responder a essa pergunta ao analisar o dossiê de Juvenal, sob a guarda do manicômio judiciário. Ela se debruçou sobre o arquivo para realizar uma análise das práticas discursivas de saber e poder sobre Juvenal. Seu estudo revela o funcionamento “da máquina de abandono que confiscou a existência de Juvenal”

Descrição:

Compartilhe este conteúdo nas redes

Mais Novas Aquisições

A PSICOLOGIA E O TRABALHO NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE

A publicação é resultado de uma pesquisa desenvolvida pelo CRP-MG, por meio do Crepop e da Comissão de Psicólogas(os) de Saúde, em colaboração com a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e busca investigar as especificidades e os desafios de categoria que trabalha na Atenção Básica de Saúde de Minas Gerais.

LIVRO DA PRIMEIRA CONFERÊNCIA: O TRABALHO DA PSICOLOGIA NA SOCIOEDUCAÇÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

A prática na Socioeducação é um desafio que se coloca cotidianamente à/ao profissional da Psicologia. Esta publicação é o resultado de uma construção coletiva, pensada e organizada por psicólogas/os que estão envolvidos profissionalmente na política da Socioeducaçãoe tem o objetivo de servir como norteador ético-político ao exercício da/o profissional de Psicologia que trabalha na execução das medidas socioeducativas no meio fechado, aberto e em situações de acautelamento provisório.

PSICOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA: LEI Nª 13.935/2019, ESSA LUTA TEM HISTÓRIA!

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade a cartilha “Psicologia e serviço social na educação básica: Lei nª 13.935/2019, essa luta tem história!”. Com a aprovação da Lei nº 13.935/2019, toda a rede pública de educação básica no país deve contar, agora, com a presença de psicólogas, psicólogos e assistentes sociais em suas equipes multiprofissionais – uma importante ferramenta para a consolidação de um ensino público inclusivo, de qualidade e garantidor de direitos.

Assine nossa news

Faça o seu cadastro agora e receba o boletim
eletrônico do CRP-03 em seu e-mail.

Pular para o conteúdo